Confrontada com uma grave escassez de efetivos e com um número estimado de baixas que já ultrapassa os 500 mil, a Ucrânia tem pressionado a União Europeia para ajudar a travar a saída do país de cidadãos em idade militar. A Alemanha já deu um primeiro sinal ao apoiar restrições à proteção automática de novos refugiados ucranianos